terça-feira, 13 de abril de 2010

Manter o controle

E o cigarro aceso
Perco meu medo, meu rumo
E me acho do outro lado
E vejo que nada estava lá
Não era meu,

Não sei deixar
Que seja simplesmente meu
Preciso interferir
Preciso insistir
Preciso manter o controle
E o cigarro sempre aceso

Vicio que não largo
Não falo do cigarro
E sim dessa mania
De fingir não saber
O que é realmente meu

Por isso me acabo,
Me rasgo
E acabo por acender outro cigarro
Que queima e não consome
O tédio que sempre acho
Dentro de tudo que é real

2 comentários:

a Vanessa mesmo... as pessoas não lêem nada mesmo disse...

eu me acabo lendo isso... salve, salve tédio. sempre presente =/

Tati Rodrigues disse...

O tédio que sempre acho...

putz, terrivel!

Aí a gente acende um cigarro, pra ver se a fumaça traz algum efeito especial! haha